O Projeto Lontra tem como objetivo principal desenvolver estudos científicos sobre a lontra neotropical, a ariranha e outros integrantes da família Mustelidae. Leia mais
 


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A lontra

A lontra (Lontra longicaudis) pertence à família Mustelidae, mamífero carnívoro, topo de cadeia trófica, semiaquático e de hábito principalmente crepuscular/ noturno. Pode ser encontrada em canais, banhados, costões rochosos de praias, lagoas, rios, estuários e ilhas costeiras, utilizando espaços como tocas para descansar, proteger-se e dar luz aos filhotes.

Uma excelente nadadora

Mede cerca de 1,30m de comprimento total e pode pesar de 5 a 15kg. Alimenta-se principalmente de peixes e crustáceos, ocasionalmente de aves, pequenos mamíferos e répteis. É uma excelente nadadora, ouve e enxerga muito bem dentro e fora da água, além de ser um animal bastante curioso e brincalhão, apesar de tímido e reservado.

A lontra neotropical é uma espécie ameaçada no Brasil, onde a população vem diminuindo ano a ano. A lontra é um animal muito sensível, cuja sobrevivência está diretamente ligada à preservação e conservação da qualidade das águas e de corredores ecológicos, permitindo o deslocamento da espécie de um ambiente para o outro. O esforço para a conservação da espécie resulta indiretamente em benefícios sociais,através do turismo de conservação, ações de mobilização social e educação ambiental.

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A ariranha

A ariranha (Pteronura brasiliensis), como a lontra, também pertence à família Mustelidae. É um mamífero carnívoro, topo de cadeia trófica, semiaquático, que vive em grupo e alimenta-se basicamente de peixes. É o maior mustelídeo conhecido, podendo atingir 1,80m de comprimento e 65cm de cauda.

Animais diurnos e barulhentos

O peso varia de 26kg a 32kg nos machos e 22kg a 26kg nas fêmeas. A espécie é bastante social se comparada com a lontra.

Além disso, o fato de serem diurnas e barulhentas, facilita o estudo e a visualização. A ariranha vivia em quase todos os rios tropicais e subtropicais da América do Sul e atualmente encontra-se extinta em 80% de sua distribuição original. No Brasil, o Rio Aquidauana e outros da região destacam-se como a região onde populações de ariranhas podem ser mais facilmente observadas e estudadas no ambiente selvagem.

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Base Florianópolis – SC

No Centro de Pesquisa, Conservação e Educação Ambiental, colocamos em prática nossa filosofia e despertamos a consciência sustentável nas pessoas e escolas que nos visitam. O Centro é a casa do Projeto Lontra e está instalado na sede do Instituto Ekko Brasil, na Lagoa do Peri, na Ilha de Santa Catarina. No local são dados vários cursos, relacionados com a ecologia da lontra, manejo da espécie em cativeiro, técnicas veterinária aplicadas à mustelídeos em cativeiro, direito ambiental, estratégias e técnicas de mobilização social e política pública, modelagem energética, entre outros.


centro de pesquisa, conservação e educação ambiental



Refúgio animal

Nesse Centro, está instalado o Refúgio Animal que abriga lontras e outras espécies da família Mustelidae, nossos órfãos resgatados. A estrutura do Refúgio dispõe de ambulatório para resgate e cuidado dos animais, além de um laboratório com equipamentos de última geração para as diversas pesquisas que contribuem para a preservação da lontra.

Tupi foi deixado na frente do Centro de Resgate de Animais Silvestre, ainda muito filhote, dentro de uma caixa de sapato, numa noite escura e chuvosa.O guarda de plantão escutou um barulho que vinha da caixa e se deparou com um filhote pequeno sem saber o que era.Ele foi levado para um local e ficou sozinho e chorava muito a noite. No dia seguinte entraram em contato com o Projeto Lontra e Tupi ficou sob os cuidados da família Carvalho.

Tupi

Ele apareceu no quintal de uma casa, num dia de chuva: ainda muito filhote, debilitado e magro. O dono da casa ficou sensibilizado com o estado do animal e deu restos de comida e ração de cachorro. Foi o bastante para o filhote ficar. Logo fez amizade com os cachorros e com os filhos do dono da casa. Isso foi em Santo Amaro da Imperatriz.

Winnie

Bella e Peri são irmãos, resgatados na Ilha João Cunha em Porto Belo. Segundo relato, os filhotes estavam perdidos no costão, bem debilitados. A Bella sempre foi a mais protetora e arrisca, foi difícil resgatá-la, pois não deixou o veterinário pegá-la, queria proteger o irmão. No caminho, sofreu uma parada cardíaca e foi reanimada, depois o irmão não deixou ninguém chegar perto dela.

Bella

Ele nasceu em Sao Bonifácio, município da grande Florianópolis, por isso o nome BONI. A mãe foi morta por piscicultores e pescadores na região e o filhote foi encontrado às margens de um tanque de piscicultura. Boni foi o maior filhote, com um mês, tinha o peso e tamanho de um filhote com o triplo da sua idade. Teve sempre um comportamento de animal muito assustado, só queria colo e a companhia do tratador.

Boni

Ela veio de Laguna, era criada em uma gaiola e só comia carne. Teve que ser reabilitada e entrou numa dieta severa. Tinha problemas cardíacos pelo sobre peso. Natação e caminhadas diárias fizeram dela uma excelente nadadora. Tem um comportamento de fêmea bem dominante e adora tomar sol.

Iara

Não é uma lontra, nem da família da lontra. Mas faz parte da nossa família. Mãozinha é conhecida pelo nome popular, mão-pelada, bem comum em manguezais e na Mata Atlântica. Ela veio de Sao Francisco do Sul, litoral norte de SC. Segundo relato, “….mataram o pai e a mãe, e quando viram o filhote deixaram viver…” Está conosco por conta de um pedido da PM Ambiental e, também, porque tínhamos um recinto que não estava sendo utilizado.

Mãozinha

Peri e Bella são irmãos, resgatados na Ilha João Cunha em Porto Belo. Segundo relato, os filhotes estavam perdidos no costão, bem debilitados. . O Projeto Lontra, desde 2002 monitora as lontras naquela região. As ilhas costeiras são importantes locais de descanso e áreas de alimentação para as lontras.

Peri

Ela veio do norte da Ilha de SC, e foi encontrada no costão rochoso de Canasvieiras. Bem assustada e de aspecto frágil, Pretinha reaprendeu a nadar. Somente entrava na água em companhia de uma pesquisadora, que a amparava com as mãos sob a barriga para ajudar a dar sustentabilidade na hora de flutuar. Ela só aceitava ajuda da pesquisadora que era responsável por alimentá-la. Eram duas horas de natação diária e aos poucos ela foi perdend

Pretinha

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Localização

Santa Catarina
Rua Euclides João Alves
Armacao do Pântano do Sul
Florianópolis – SC, 88066-296

 

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Base Pantanal – MS

O IEB possui uma  base de pesquisa com o apoio da Prefeitura Municipal de Aquidauana. Lá são desenvolvidas pesquisas com modelagem energética, lontras e ariranhas, através de expedições no Rio Aquidauana e outros rios da região, além de trabalhos de mobilização social com a comunidade. O objetivo principal é dar subsídios para formulação de políticas públicas que possam mudar realidades adversas na região.


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